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Combatgroupshooting squad

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Titre du test:
Combatgroupshooting squad

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Jejdjfdiendi

Date de création: 2023/04/04

Catégorie: Autres

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AUCUN ENREGISTREMENT
Ordre du jour :

Nas operações terrestres deve ser valorizado o emprego dos menores escalões de tropa, por sua importância e contribuição para o cumprimento dos mais variados tipos de tarefas. O espírito combativo e a proficiência tática dessas frações, particularmente do(a) ___________, enaltece o poder de combate de uma tropa de Fuzileiros Navais. Esquadra de tiro (ET). Grupo de combate (GC). Pelotão de Fuzileiros Navais. Companhia de Fuzileiros Navais. Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais.

Como unidade tática básica de infantaria, tem por finalidade localizar, cerrar sobre o inimigo e destruí-lo pelo fogo e movimento, ou repelir seu ataque pelo fogo e combate aproximado. Esquadra de tiro (ET). Grupo de combate (GC). Pelotão de Fuzileiros Navais. Companhia de Fuzileiros Navais. Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais.

O Grupo de Combate (GC) é organizado em quantas Esquadras de Tiro (ET) ?. 1 Esquadra. 2 Esquadras. 3 Esquadras. 4 Esquadras. 5 Esquadras.

O GC é composto por quantos combatentes ?. 11 combatentes. 12 combatentes. 13 combatentes. 14 combatentes. 15 combatentes.

A ET é constituída por: CB-FN-IF Comandante. CB-FN-IF Atirador. CB-FN-IF Municiador. CB-FN-IF Volteador. SD-FN Comandante. SD-FN Atirador. SD-FN Municiador. SD-FN Volteador.

Ele é o responsável pelas condições de funcionamento e limpeza das armas e equipamentos de sua fração, bem como a utilização correta desses meios. Comandante de GC. Comandante de ET. Comandante de Pelotão. Comandante de Companhia. Comandante de Batalhão.

Ele é o responsável pela disciplina, apresentação pessoal, adestramento, controle, conduta é bem estar de sua fração, em todos os momentos, bem como pelas condições de manutenção e uso apropriado das armas e equipamentos utilizados pelos integrantes de sua fração. Comandante de ET. Comandante de GC. Comandante de Pelotão. Comandante de Companhia. Comandante de Batalhão.

É responsável pelo controle do tiro e disciplina de fogo da sua fração. Para tal, mantém-se tão próximo quanto possível do Atirador de forma a exercer efetivamente o controle dos seus tiros. Contudo, com vistas a cumprir ordens de seu comandante, coloca-se numa posição de onde melhor possa observar todos os integrantes da sua fração e controlar seus movimentos e emprego de suas armas. Comandante de ET. Comandante de GC. Comandante de Pelotão. Comandante de Companhia. Comandante de Batalhão.

Em combate ele é responsável, também, pelo emprego tático de sua fração, controle e disciplina de fogos, e a manobra de frações menores. Coloca-se onde melhor puder fazer cumprir as ordens emanadas de seu comandante e, ao mesmo tempo, conduzir e controle as suas frações. Comandante de ET. Comandante de GC. Comandante de Pelotão. Comandante de Companhia. Comandante de Batalhão.

Ele atua também como granadeiro e é o responsável pelo emprego eficiente do Lança-Granadas 40mm M203, do seu Fuzil de Assalto 5,56mm e, ainda, pelas condições de funcionamento e conservação dos seus próprios armamento e equipamentos. Comandante de ET. Atirador. Municiador. Volteador.

Cumpre as ordens do CmtET, atuando como elemento de segurança na incessante tarefa de localizar o inimigo das proximidades de sua fração. É responsável pelo emprego e pelas condições de funcionamento e conservação do seu Fuzil de Assalto 5,56mm e dos seus equipamentos. Além disso é responsável pelo emprego do armamento Anticarro (AC) quando disponível na ET. Atirador. Municiador. Volteador. Comandante de ET.

Cumpre as ordens do CmtET. É responsável pelo emprego eficiente da arma automática da ET (MINIMI), bem como pelas condições de funcionamento e conservação dessa arma e de seus equipamentos. Comandante de ET. Atirador. Municiador. Volteador.

Auxilia o Atirador no emprego da arma automática. Para tal colabora no posicionamento dessa arma e na identificação de alvos, protege o atirador, transporta carregadores ou cofres de munição adicionais para o reabastecimento e ajuda na solução dos incidentes de tiro. Deve estar preparado para substituir o Atirador. É responsável pelo emprego, condições de funcionamento e conservação do seu Fuzil de Assalto 5,56mm e de seus equipamentos. Comandante de ET. Atirador. Municiador. Volteador.

É o substituto eventual do CmtGC. Comandante da 1ª ET. Comandante da 2ª ET. Comandante da 3ª ET. O mais antigo dos três CmtET. O mais moderno dos três CmtET.

O Pelotão de Petrechos (PelPtr) dispõe de morteiros 60mm (Mrt60mm), metralhadoras (MAG) e armas AC. Apoio de fogo para GC. Apoio do PelFuzNav. Apoio da CiaFuzNav. Apoio do BtlInfFuzNav.

Em geral conta sempre com o auxílio de outros meios e frações de apoio de fogo para o cumprimento de suas tarefas. Apoio de fogo para GC. Apoio do PelFuzNav. Apoio da CiaFuzNav. Apoio do BtlInfFuzNav.

Dispõe de três GC. Um deles pode proporcionar o apoio de fogo (base de fogos) para facilitar o movimento de um ou dos outros dois GC. Apoio do BtlInfFuzNav. Apoio da CiaFuzNav. Apoio do PelFuzNav. Apoio de fogo para GC.

A companhia de Apoio de Fogo (CiaApF) dispõe de morteiros 81mm (Mrt81mm), metralhadoras pesadas calibre .50 e Mísseis AntiCarro BILL (MACBILL). Apoio do BtlInfFuzNav. Apoio da CiaFuzNav. Apoio do PelFuzNav. Apoio de fogo para GC.

Com quantas peças é organizada uma Seção de Morteiro 60mm (SecMrt60mm) ?. 2 peças. 3 peças. 4 peças. 6 peças.

Com quantas peças é organizada uma Seção de Metralhadora MAG (SecMrtMAG) ?. 2 peças. 3 peças. 4 peças. 6 peças.

Com quantas peças é organizada uma Seção de Armas AntiCarro (AC) ?. 2 peças. 3 peças. 4 peças. 6 peças.

Com quantas peças é organizada uma Seção de Morteiro 81mm (SecMrt81mm) ?. 2 peças. 3 peças. 4 peças. 6 peças.

Com quantas peças é organizada uma Seção de Metralhadora Pesada .50 (SecMtrP.50) ?. 2 peças. 3 peças. 4 peças. 6 peças.

Com quantas equipes é organizada uma Seção de Míssel AntiCarro BILL (SecMACBILL) ?. 2 equipes. 3 equipes. 4 equipes. 6 equipes.

Quantas Seções de Morteiro 60mm (SecMrt60mm) tem o Apoio da Companhia de Fuzileiros Navais (CiaFuzNav) ?. 1 seção. 2 seções. 3 seções. 4 seções.

Quantas Seções de Metralhadora MAG (SecMtrMAG) tem o Apoio da Companhia de Fuzileiros Navais (CiaFuzNav) ?. 1 seção. 2 seções. 3 seções. 4 seções.

Quantas Seções de Armas AntiCarro (AC) tem o Apoio da Companhia de Fuzileiros Navais (CiaFuzNav) ?. 1 seção. 2 seções. 3 seções. 4 seções.

Quantos Pelotões/Seções de Morteiro 81mm (SecMrt81mm) tem o Apoio do Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (BtlInfFuzNav) ?. 1 Pelotão. 2 Pelotões. 3 Pelotões. 1 Seção. 2 Seções. 4 Seções. 3 Seções.

Quantos Pelotões/Seções de Metralhadoras Pesadas .50 (SecMtrP.50) tem o Apoio do Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (BtlInfFuzNav) ?. 1 Pelotão. 2 Pelotões. 3 Pelotões. 1 Seção. 2 Seções. 3 Seções. 4 Seções.

Quantos Pelotões/Seções de Míssel AntiCarro BILL (SecMACBILL) tem o Apoio do Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (BtlInfFuzNav) ?. 1 Pelotão. 2 Pelotões. 3 Pelotões. 1 Seção. 2 Seções. 3 Seções. 4 Seções.

Os fatores que influenciam a decisão do Comandante na escolha de uma formação em particular, são: A tarefa recebida. O terreno. Os meios. A situação. A velocidade de progressão desejada. Grau de flexibilidade pretendido. O tempo disponível. As condições meteorológicas.

Quais são as formações básicas da ET ?. Coluna. Triângulo. Linha. Escalonado à direita/esquerda. Em “V”.

Quais são as formações básicas do GC ?. Coluna. Triângulo. Em “V”. Linha. Escalonado à direita/esquerda.

A formação em Coluna na ET: Permite deslocamento rápido e controlado. Favorece o fogo e movimento para os flancos. Dificulta a execução dos tiros para frente. Dificulta o controle. Proporciona bastante flexibilidade.

A formação em Linha na ET: Proporciona máximo poder de fogo para frente. Dificulta o controle. Permite um bom controle. Favorece o fogo e o movimento para os flancos. Provê excelente poder de fogo à frente e para o flanco.

A formação em Triângulo na ET: Permite um bom controle. Provê segurança em todas as direções. Proporciona bastante flexibilidade. Facilita execução do tiro em qualquer direção. Dificulta execução do tiro para frente.

A formação em Escalonado na ET: Provê excelente poder de fogo para frente e para o flanco. Reduz a velocidade de deslocamento, especialmente sob condições de visibilidade reduzida. Permite um bom controle. Permite deslocamento rápido e controlado. Proporciona máximo poder de fogo à frente.

Com base nas formações da ET. É usada quando a posição e o efetivo do inimigo são conhecidos, durante a execução do assalto e a limpeza do objetivo. Coluna. Triângulo. Linha. Escalonado.

É usada para proteger o flanco exposto. Linha. Coluna. Triângulo. Escalonado.

É usada quando não existem dados exatos sobre a situação do inimigo, e o terreno e a visibilidade favorecem a dispersão. Coluna. Triângulo. Linha. Escalonado.

Essa formação é usada quando usando a velocidade e o controle do movimento são os fatores preponderantes, como nos deslocamentos através de bosques, em um nevoeiro, a noite e ao longo de uma estrada. Coluna. Triângulo. Linha. Escalonado.

Com base nas formações básicas do GC. O GC em coluna: Vulnerável aos fogos partidos da frente. Facilita o controle e o deslocamento. Proporciona excelente velocidade de deslocamentos. Favorece um controle mais eficientemente, quando isto é desejado. Dificulta o controle.

O GC em triângulo: Dificulta o controle. Facilita o controle. Provê segurança em todas as direções. Proporciona boa flexibilidade para a manobra. Permite a execução dos fogos em qualquer direção.

O GC em “V”: Facilita a mudança de formação para GC em linha. Provê excelente poder de fogo para frente e para os flancos. Provê segurança a toda volta. Provê segurança à retaguarda. Permite execução dos fogos em qualquer.

Com base nas formações do GC. É especialmente apropriada para o deslocamento através de itinerários de aproximação cobertos e estreitos, para manobrar através dos espaços entre duas áreas sob fogo de artilharia inimiga, para movimento através de áreas com limitadas condições de observação ou sob condições de visibilidade reduzida. Coluna. Triângulo. Linha. Em “V”. Escalonado.

É usada quando o inimigo se encontra à frente, e sua correta localização e efetivo são conhecidos. Pode ser empregada para cruzar extensas áreas descobertas. Coluna. Triângulo. Linha. Em “V”. Escalonado.

É especialmente recomendado quando não há certeza quanto à situação do inimigo, e o terreno e as condições de visibilidade permitirem uma boa dispersão. Coluna. Linha. Em “V”. Triângulo. Escalonado.

São empregados para transmitir Comandos e fornecer informações quando a comunicação a viva voz é difícil, impossível, ou quando o silêncio precisa ser mantido. Sinais. Sinais de luz. Fonoclama. Sinais de fumaça. Apito.

É um excelente instrumento de sinalização para os comandantes de pequenas frações. Ele provê um meio rápido de transmitir uma mensagem para um grupo grande de indivíduos. Rádio. Mensageiro. Apito. Fonoclama. Celular.

Quando os integrantes do GC estiverem individualmente habilitados na execução do tiro com suas armas e antes que eles comecem a executar o tiro de combate como uma fração constituída, vivenciando uma situação tática, é necessário que o GC desenvolva as técnicas de tiro do conjunto de suas armas. Essa técnica diz respeito à aplicação e controle dos tiros combinados das armas de uma determinada unidade de tiro. Denomina-se unidade de tiro o conjunto de combatentes cujos tiros combinados de suas armas está sob o controle direto e efetivo de um comandante. Verdadeiro. Falso.

É um processo para descobrir a distância aproximada entre um observador e um alvo ou qualquer objeto distante. Uma cuidadosa determinação de distâncias faz com que os integrantes da ET executem corretamente a pontaria de suas armas e realizem tiros eficazes sobre os alvos inimigos. Determinação de distâncias. Ténicas de tiro. Estimativa visual. Observação do tiro.

São dois os métodos mais comuns para determinação de distâncias: estimativa visual. observação do tiro. estimativa de distância. observação de distância. estimativa de tiro.

Estimativa visual inclui dois processos: unidade de medida memorizada. unidade memorizada. aparência dos objetos. aparência de medida memorizada. unidade dos objetos.

Uma determinação precisa de distância pode ser obtida observando-se o ponto de impacto dos projetis de munição comum ou traçante. É necessário empregar um observador porque é muito difícil ao próprio atirador acompanhar a trajetória do seu projetil traçante e localizar o ponto de impacto. Este método permite estimar distâncias rápida e precisamente, contudo a possibilidade de obtenção da surpresa é perdida e a posição do atirador pode ser localizada pelo inimigo. Observação do tiro. Estimativa visual.

Este método permite a um atirador bem adestrado determinar distâncias com razoável precisão e executar um grande número de tiros sobre o inimigo, surpreendendo-o. Observação do tiro. Estimativa visual.

O processo que utiliza uma unidade de medida memorizada consiste em visualizar uma distância de ____ metros, ou qualquer outra medida com a qual o combatente esteja bastante familiarizado, torná-la como uma unidade de medida que é memorizada e, então, compará-la mentalmente com a distância entre ele e o alvo, determinando quantas dessas unidades está contida no intervalo considerado. 100. 200. 300. 400. 500.

No caso de distâncias superiores a ____ metros, o afastamento do alvo pode ser determinado com mais precisão quando se utiliza um ponto intermediário, a meia distância, cuja medida estimada é, a seguir, multiplicada por dois. 100. 200. 300. 400. 500.

Quando existirem elevações, bosques ou outros obstáculos entre o observador e o alvo, ou onde a maior parte do terreno interposto está oculto das vistas, é impraticável aplicar o processo da unidade de medida memorizada para determinar a distância. Verdadeiro. Falso.

É o caminho percorrido por um projetil em seu vôo até o alvo. A trajetória é quase horizontal a curtas distâncias; porém quando ela cresce, a altura da curva (ordenada) que a representa também cresce. Trajetória. Cone de tiro. Zona batida. Efeito do fogo dos fuzis.

O espaço entre o fuzil e o alvo no qual a trajetória nunca ultrapassa a altura de um homem de estatura mediana (1,70m), é chamado de: área de rasância. distância. trajetória. espaço morto. efeito do fogo.

Um projetil disparado por um fuzil no nível do solo (posição de tiro deitada) contra um alvo localizado a uma distância relativamente curta, ocasiona um área de rasância contínua quando a superfície do terreno é plana ou levemente inclinada. A grandes distâncias apenas em parcelas desse espaço ocorre áreas de rasância, pois o projetil passa, na maior parte da trajetória, bem acima da cabeça de um homem com aquela estatura. Esse espaço que a trajetória se mantém mais elevada é chamado de: área de rasância. distância. trajetória. espaço morto. efeito do fogo.

Cada projetil disparado de um fuzil contra um mesmo alvo segue um caminho ou trajetória ligeiramente diferente dos demais. Estas pequenas diferenças são ocasionadas por imperceptíveis variações na pontaria,empunhadura, acionamento do gatilho, queima da carga de projeção, no vento ou na pressão atmosférica. Como os projetis partem de um mesmo ponto de origem, a boca da arma, suas trajetórias geram um cone de forma específica. Cone de tiro. Zona batida.

O cone de tiro que atinge uma superfície forma uma zona batida, a qual se apresenta de forma comprida e estreita. As zonas batidas variam em comprimento. Quando a distância aumenta, o comprimento da zona batida diminui. A inclinação do terreno afeta o tamanho e a forma da zona batida. Quando o alvo se encontra na encosta de uma elevação, a zona batida é encurtada; numa superfície descendente, onde o ângulo de inclinação for menor do que a curva das trajetórias, a zona batida é alongada. A superfície que se inclina abruptamente em um ângulo maior do que o de queda dos projetis não será atingida e é dita como estando desenfiada. Cone de tiro. Zona batida.

Os fogos dos fuzis são classificados quanto à direção com que atingem o alvo e quanto à trajetória. Quanto à direção com que atingem o alvo, eles podem ser: frontais. de flanco. de enfiada. rasantes. mergulhantes.

Quando os tiros atingem perpendicularmente a frente do alvo. frontais. de flanco. de enfiada.

Quando disparados de forma que o eixo maior da zona batida coincida, ou coincida aproximadamente, com o eixo maior do alvo. Os fogos podem ser tanto de flanco quanto frontais. frontais. de flanco. de enfiada.

Quando disparados contra o flanco do alvo. frontais. de flanco. de enfiada.

Quanto à trajetória, eles podem ser: sobre tropa. de flanco. de enfiada. rasantes. mergulhantes.

São aqueles que atingem a superfície do terreno segundo um ângulo elevado, de forma que a área de rasância é praticamente confinada à zona batida, e cujo comprimento é, em geral, encurtado. Tiros realizados a grandes distâncias tornam-se preponderantemente mergulhantes, haja vista que o ângulo de queda dos projetis é mais acentuado . Tiros realizados da parte alta de um terreno sobre um alvo localizado na parte baixa podem ser mergulhantes. Tiros executados no espaço compreendido entre duas encostas que se elevam abruptamente ocasionam fogos mergulhantes no ponto de impacto. mergulhantes. rasantes. sobre tropa.

São aqueles que não ultrapassam a altura de um homem de estatura mediana (1,70m). Os tiros de fuzil executados de uma posição deitada proporcionam fogos rasantes até distâncias de aproximadamente 600 metros sobre a superfície de um terreno plano ou uniformemente inclinado. mergulhantes. rasantes. sobre tropa.

São aqueles executados acima das cabeças da tropa amiga. O fogo dos fuzis é considerado seguro quando a movimentação do terreno protege a tropa à frente ou quando ela se encontra em uma posição suficientemente abaixo da linha de fogo. mergulhantes. rasantes. sobre tropa.

Os melhores resultados do fogo dos fuzis são obtidos quando o GC está perto do inimigo. O GC deve se aproveitar das cobertas e abrigos proporcionados pelo terreno e dos fogos de apoio executados pelas ____________, ___________ e __________ para avançar até o mais perto possível do inimigo antes de abrir fogo. metralhadoras. morteiros. artilharia. carros de combate. armas anti-carro.

Normalmente, o GC não deve abrir fogo a distâncias superiores a _______ (para alvos tipo área) e _____ (para alvos tipo ponto), o máximo de alcance útil do Fuzil de Assalto 5,56mm. 800/550m. 600/500m. 3600/800m. 700/550m. 600/200m.

Só em condições muito favoráveis o fuzil pode ser usado contra grupos de combatentes inimigos ou alvos que apresentem áreas mais extensas, entre as distâncias de ________________, seu alcance máximo eficaz. 460 e 1.000 metros. 2700 e 1.300 metros. 800 e 550 metros. 3600 e 800 metros. 800 e 600 metros.

A cadência de tiro é expressa em tiros por minutos (tpm). As cadências a seguir se aplicam às armas do GC: cadência normal. cadência mantida. cadência rápida. cadência lenta. cadência sustentada.

Este termo se aplica à arma automática da ET (MINIMI) e às metralhadoras do PelPtr (MAG). Ela é a cadência que uma arma de tiro de trajetória tensa efetivamente consegue executar por um período de tempo indefinido sem causar uma interrupção do tiro ou mau funcionamento da arma devido a um super- aquecimento. A cadência de tiro da arma automática da ET é da ordem de 90 tpm. cadência normal. cadência mantida. cadência rápida.

Refere-se a velocidade média de execução do tiro com pontaria que um combatente é capaz de realizar com o Fuzil de Assalto 5,56mm ou com o Lança-Granadas 40mm M203 , a saber: 5,56mm – 10 a 12 tpm; e M-203 – 5 a 7 tpm. cadência normal. cadência mantida. cadência rápida.

Este termo também se aplica à arma automática da ET e às metralhadoras. Ela é a quantidade máxima de tiros controlados que se pode disparar contra um alvo, por um curto período de tempo (normalmente não mais do que dois minutos) sem causar uma interrupção do tiro ou mau funcionamento da arma devido a um superaquecimento. A cadência rápida da arma automática da ET é da ordem de 100 tpm. cadência normal. cadência mantida. cadência rápida.

Porta uma arma que é ao mesmo tempo Fuzil de Assalto 5,56mm e Lança-Granadas 40mm M203, e ele pode usar uma ou ambas conforme a situação. De forma a melhor empregar o M-203, ele precisa entender a trajetória percorrida pelos seus projetis, métodos de tiro e os efeitos das granadas. CmtET. Municiador. Volteador. Atirador.

Na ofensiva, o Lança-Granadas 40mm M203 é empregado para destruir __________________ e proporcionar ______________. concentração de militares inimigos. grupos de indivíduos inimigos. apoio de fogo aproximado. apoio de fogo afastado. fortificações inimigas.

O CmtET seleciona pessoalmente os alvos e executa os tiros durante o ataque. Nos últimos ___ metros do assalto, quando os fogos do Lança-Granadas 40mm M203 podem se tornar perigosos para as tropas amigas que estão executando o assalto ao objetivo, ele deve empregar a munição antipessoal multiprojeteis. 35. 50. 75. 60. 30.

Convém lembrar que as granadas alto explosivas necessitam de uma distância mínima de aproximadamente ___ metros para armar a espoleta. 35. 50. 75. 60. 30.

Os alvos apropriados para serem batidos pelas granadas lançadas pelo M-203 são posições. fuzis metralhadores. metralhadoras. guarnições de outras armas de emprego coletivo. fuzis de assalto. fuzis de precisão.

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